domingo, 27 de janeiro de 2019

O FANATISMO.

Resultado de imagem para fanatismo



Quando falei sobre fanatismo, receio que algumas pessoas entenderam mal e acharam que eu estava falando mal de suas religiões. Em momento algum eu discriminei qualquer religião, ao contrário, coloquei as três no mesmo patamar. Vou repetir no que Chico Xavier respondeu quando alguém lhe perguntou qual era a melhor religião. Ele, sorrindo, respondeu:   A sua. É isso mesmo que sempre pensei. Não importa qual é a religião que sigamos, acho que, para o nosso aprendizado e evolução, cada um está onde deve estar, conviver com a pessoas que precisa conviver e seguir a religião que deve seguir. Eu estava falando para as pessoas, independente de religião. Ninguém pode negar que em todas as religiões existe fanatismo. É contra isso que precisamos lutar. Eu penso, posso estar errado, que o fanatismo só atrapalha a nossa caminhada.


Resultado de imagem para fanatismo
Precisamos tomar cuidado com o fanatismo. Assim como os católicos e os evangélicos acham que tudo que lhes acontece de ruim é coisa do diabo, nós, os espiritas, corremos o risco de achar que, quando acontece algo que nos desagrada, também, é coisa de espíritos ruins, perturbadores ou coisa mandada. Se tropeçamos em uma pedra, caímos ou sofremos qualquer tipo de acidente ou quando perdemos o emprego, ou um amor vai embora, vamos achar que é coisa de espíritos ruins ou perturbadores, se pensarmos assim, a nossa vida vai se tornar um caos. Precisamos nos lembrar de estamos vivendo aqui na Terra e de que tropeços em pedras acontecem, quedas também, amores vão embora, acidentes acontecem e outras coisas ruins também. Quando alguma coisa dessas acontecer, se pararmos para analisar, vamos ver que 99% é sempre nossa culpa. Falta de atenção, distração, correria da vida e que se alguém vai embora da nossa vida é por que foi o melhor que poderia ter acontecido e que um vai e outro vem. O mesmo acontece com um emprego. Os espíritos ruins ou perturbadores só conseguem se aproximar, quando, usando do nosso livre arbítrio, permitimos através das nossas ações e palavras. Se, em qualquer situação tivermos fé, não tivermos maus pensamentos para com as outras pessoas e procurarmos viver a nossa vida sem julgar e muito menos condenar, não há espirito algum que vai conseguir se aproximar para nos fazer mal. Precisamos tentar viver corretamente e tudo vai ser como tem de ser, sem interferência alguma a não ser quando seja necessário que nossos amigos espirituais se aproximem para nos ajudar.



Resultado de imagem para fanatismo

Amigos, qualquer fanatismo te impede de ver a realidade das coisas. Turva tua visão. Então por favor, parem de tentar impor tua filosofia aos outros. Nada que é imposto é bom. Feminismo, machismo, o "ismo" não é bom. Essa de tentar ser inteligente e dizer que sempre foi oprimido, não funciona. A liberdade da tua mente, nenhum ser humano é capaz de arrancar. Não sou machista, feminista, só defendo a liberdade de pensamento de cada um. Não faz sentido reclamar sobre opressão, oprimindo. Agora... Se você não tem a capacidade de respeitar a opinião de outros, guarde a sua. Só peço que sejam respeitosos uns com os outros. Sem homem e mulher, não seria possível estar aqui. Nenhum é mais importante que o outro. A natureza se completa. Então, antes de se tornar um fanático, use toda a liberdade de pensamento que tens. Faça uma lista se precisar. Só não faça esse papel ridículo que vejo tantos fazendo. Seja honesto consigo mesmo e com os outros. Um grande abraço a todos.
                                                                                  Lud Mendes

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

OS MAIORES CORRUPTOS DA HISTÓRIA DO BRASIL

Operação Lava Jato, Mensalão e ex-presidente do partido preso. Este é o saldo da sigla partidária mais enrolada em investigações do Brasil, o PT (Partido dos Trabalhadores), que não trabalham, mas são ladrões perfeitos. Os números não mentem, portanto, vamos analisá-los para compreendermos o esquema de corrupção desse partido que continua vivíssimo, apesar de estar “estraçalhado” pelas ações da justiça.
Acusado de participar de vários esquemas de corrupção há mais de uma década, com direito a 21 parlamentares investigados sendo 5 já réus no STF (Supremo Tribunal Federal). Os arranjos transitam entre lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Mas, pasmem - há ainda inquéritos por lesão corporal, falsidade ideológica e, até, racismo!
O partido também foi o único denunciado, como pessoa física, por improbidade administrativa na Lava Jato. Apesar de tudo isso, a principal baixa da sigla partidária foi à condenação de seu maior símbolo. Sim, a prisão do seu grande expoente: o homem que despertou paixões (amor e ódio); que se tornou verbo e foi conjugado nas urnas por milhares de pessoas de nome Luis Inácio (LULA) da Silva. O político brasileiro que alcançou um dos maiores índices de aprovação da história com cerca de 93%. Difícil compreender como isso foi possível, afinal ele sempre representou uma ameaça ao país.
Para se equiparar a Ele ou um rival a altura dos rombos praticados, temos o exemplo do dono de frases polêmicas, misóginas e autoritárias. Condenou, com suas políticas, os pobres, participou de golpes e fartou-se de dinheiro público, mas hoje é, apenas, mais um político que tenta escapar da condenação, alegando problemas de saúde. Paulo Maluf é, no mínimo, uma figura controversa que foi tolerado por mais de duas décadas pelo eleitorado e justiça brasileira. Seu partido, o PP, desponta como o mais implicado na Operação Lava Jato, embora tenha pouco espaço nos principais veículos de comunicação. Aliás, a injustiça começa aqui. Por que o Partido Progressista (PP) não recebe atenção da velha mídia? Seus números não são suficientes? Ora, isso é   das bravas!
Conclusão; Os Políticos ao se fazerem de vítimas de fatos concretos das investigações de corrupção, é a tentativa de convencerem, seduzirem ou aliciarem a população ignorante da sua inocência.                                                                                                                
Lud Mendes


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Um relato íntimo.

Recentemente, deparei-me numa situação de conflito existencial. Disseram-me que sou muito seletivo. Bom, refleti por um breve momento e não foi difícil chegar à conclusão que tal característica faz parte da minha personalidade. - Sou seletivo, sim, sobretudo, ao lidar com pessoas. Para tanto, poucas são as que me agradam.

Como dito, sou uma pessoa seletiva, sendo cauteloso, mantendo o cuidado de manter próximo a mim as pessoas com as quais sempre estiveram comigo, e não me arrependo disso. Porém, isso poderia melhorar. Desse modo, tentei trazer pessoas novas, mas boa parte delas me decepcionaram. Elas vieram, bagunçaram a minha vida e a minha mente e simplesmente saíram dela, como se nada tivesse acontecido. Hoje, percebo que foi um erro, mas eu sempre pude e posso contar com aquelas pessoas as quais sempre confiei. Como visto, ser seletivo não é um ato egoísta, é apenas um modo de não se machucar com pessoas que não se importam realmente com você. E se não desejo que ninguém sofra por mim, tampouco vou querer que eu venha sofrer por alguém. 



Sou do tipo que observa bastante. Não vou atrás da primeira mulher que aparece, sendo ela atraente ou não. Como dizia Neruda, “encante-me com uma certa calma, sem pressa. Tente entender a minha alma”. E se entendê-la, avisa-me, pois eu me envolvo sem medo e sem receio. 

Teve um período de minha vida que quando o assunto era namoro, fui seletivo mesmo. Para beijar e ficar, fui seletivo, imagine então para namorar. Posso beijar numa noite uma garota linda com quem pouco tenha falado, mas se ao falar com ela a conversa não fluir (ressalto que ninguém é vazio, podemos ser pessoas que culturalmente não se entendem), não teria mais nada com ela. Se quero algo mais sério, tem que essa mulher ter algo a ver comigo, e há coisas que definitivamente não podem haver: ciúme exacerbado e demais futilidades do gênero, só atrapalham algo que com diálogo e compreensão poderiam ser justificados e certamente contribuiriam para um futuro, talvez, lindo.


                                                                                                         Lud Mendes

terça-feira, 31 de julho de 2018

DESPREZO.

Deus jamais abandona nenhum de Seus filhos. E, por mais que se sinta desprezado por Ele, você nunca esteve sozinho em nenhum momento. O que te falta é aguçar mais a sua sensibilidade - e gratidão -, já que Deus está nos detalhes, nos sinais, e somos nós que muitas vezes O desprezamos por culpa das 'distrações' do cotidiano que nos impedem de ver e sentir o que é de fato necessário. Cada um é responsável pela fé que carrega dentro de si, e do apego aos seus pesadelos de estimação. Prolongar um lamento por algo que ocorreu no passado ou se entregar a um problema do presente é seguir um caminho difícil de contornar, a não ser que se entenda que o único condutor capacitado para ditar o rumo do seu destino é você. Permita-se seguir em frente, dê-se uma chance digna de um encontro verdadeiro com Deus e com a sua vida real. A vida tem prazo de validade indeterminado, mas não é eterna. Ela não espera parada por atitudes que deixamos de tomar, porque estávamos 'ocupados' demais condenando-a. Faça do seu Hoje, realmente, um novo e lindo dia! Sorria, invista em sua felicidade, em seu bem-estar, perdoe, ame e sinta todo amor e cuidado que recebe, assim que abre seus olhos, assim que Deus permitiu esse momento... Ele já está agindo, e a seu favor!

Mas só há um mundo. A felicidade e o absurdo são dois filhos da mesma terra. São inseparáveis. O erro seria dizer que a felicidade nasce forçosamente da descoberta absurda. Acontece também que o sentimento do absurdo nasça da felicidade. - Acho que tudo está bem-, diz Édipo e essa frase é sagrada. Ressoa no universo altivo e limitado do homem. Ensina que nem tudo está perdido, que nem tudo foi esgotado. Expulsa deste mundo um deus que nele entrara com a insatisfação e o gosto das dores Inúteis. Faz do destino uma questão do homem, que deve ser tratado entre homens. Toda a alegria silenciosa de Sísifo aqui reside. O seu destino pertence-lhe.

Vida a fora a gente sente a dor da ingratidão chegar de diferentes corações, mas nada dói tanto como sentir a ingratidão de um Filho ou Filha, como me sinto atualmente. É sentir que fracassamos; que todo o amor e dedicação foram em vão ou por pior que seja a realidade, não demos. Dói, é verdade, mas mesmo assim luto contra a frustração e jamais vou desistir. Enquanto me restarem vida e forças, terei esperança em que seu coração enxergará, que por pior que seja, fui fraco. Todos atravessamos diferentes fases na vida, todos erramos, uns mais outros menos, e eu quero que você saiba, minha filha, que quando quiser, estarei aqui. Você é minha filha, Ontem, Hoje e para Sempre, e é para o bem e para o mal, assim como meu amor por você é Incondicional!

Lud Mendes

sexta-feira, 20 de julho de 2018

NOSSOS DIAS MELHORES, NUNCA VIRÃO?


Ando em crise, numa boa, nada de grave. Mas, ano em crise com o tempo. Que estranho presente é este que vivemos hoje, correndo sempre por nada, como se o tempo tivesse ficado mais rápido do que a vida, como se nossos músculos, ossos e sangue estivessem correndo atrás de um tempo mais rápido. As utopias liberais do século 20 diziam que teríamos mais ócio, mais paz com a tecnologia. Acontece que a tecnologia não está aí para distribuir sossego, mas para incrementar competição e produtividade, não só das empresas, mas a produtividade dos humanos, dos corpos. Tudo sugere velocidade, urgência, nossa vida está sempre aquém de alguma tarefa. A tecnologia nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas, fábricas vivas, chips, pílulas para tudo. Funcionar é preciso; viver não é preciso. Por que tudo tão rápido? Para chegar aonde?, para gozar sem parar? Mas gozar como? Nossa vida é uma ejaculação precoce. Estamos todos gozando sem fruição, um gozo sem prazer, quantitativo. Antes, tínhamos passado e futuro; agora, tudo é um enorme presente, na expressão de Norman Mailer. E este enorme presente nos faz boiar num tempo parado, mas incessante, num futuro que não pára de não chegar. Antes, tínhamos os velhos filmes em preto-e-branco, fora de foco, as fotos amareladas, que nos davam a sensação de que o passado era precário e o futuro seria luminoso. Nada. Nunca estaremos no futuro. E, sem o sentido da passagem dos dias, de começo e fim, ficamos também sem presente. Estamos cada vez mais em trânsito, como carros, somos celulares, somos circuitos sem pausa, e cada vez mais nossa identidade vai sendo programada. O tempo é uma invenção da produção. Não há tempo para os bichos. Se quisermos manhã, dia e noite, temos de ir morar no mato.
Há alguns anos, eu vi um documentário chamado Tigrero, do cineasta finlandês Mika Kaurismaki e do Jim Jarmusch sobre um filme que o Samuel Fuller ia fazer no Brasil, em 1951. Ele veio, na época, e filmou uma aldeia de índios no interior do Mato Grosso. A produção não rolou e, em 92, Samuel Fuller, já com 83 anos, voltou à aldeia e exibiu para os índios o material colorido de 50 anos atrás. E também registrou, hoje, os índios vendo seu passado na tela. Eles nunca tinham visto um filme e o resultado é das coisas mais lindas e assustadoras que já vi. Eu vi os índios descobrindo o tempo. Eles se viam crianças, viam seus mortos, ainda vivos e dançando. Seus rostos viam um milagre. A partir desse momento, eles passaram a ter passado e futuro. Foram incluídos num decorrer, num devir que não havia. Hoje, esses índios estão em trânsito entre algo que foram e algo que nunca serão. O tempo foi uma doença que passamos para eles, como a gripe. E pior: as imagens de 50 anos é que pareciam mostrar o presente verdadeiro deles. Eram mais naturais, mais selvagens, mais puros naquela época. Agora, de calção e sandália, pareciam estar numa espécie de passado daquele presente. Algo decaiu, piorou, algo involuiu neles.
Lembrando disso, outro dia, fui atrás de velhos filmes de 8mm que rodava há 50 anos atrás também. Queria ver o passado, ver se havia ali alguma chave que explicasse meu presente hoje, que denunciasse algo que perdi, ou que o Brasil perdeu... Em meio às imagens trêmulas, riscadas, fora de foco, vi a precariedade da família de classe média, tentando exibir uma felicidade familiar que até existia, mas precária, constrangida; e eu ali, já denotando a insegurança que até hoje me alarma. Minha crise de identidade já estava traçada. E não eram imagens de um passado bom que decaiu, como entre os índios. Era um presente atrasado, aquém de si mesmo. A mesma impressão tive ao ver o filme famoso de Orson Welles, It's All True, em que ele mostra o carnaval carioca de 1942 - únicas imagens em cores do País nessa década. Pois bem, dava para ver, nos corpinhos dançantes do carnaval sem som, uma medíocre animação carioca, com pobres baianinhas em tímidos meneios, galãs fraquinhos imitando Clark Gable, uma falta de saúde no ar, uma fragilidade indefesa e ignorante daquele povinho iludido pelos burocratas da capital. Dava para ver ali que, como no filme da família de classe média, estavam aquém do presente deles, que já faltava muito naquele passado.

Vendo filmes americanos dos anos 40, não sentimos falta de nada. Com suas geladeiras brancas e telefones pretos, tudo já funcionava como hoje. O hoje deles é apenas uma decorrência contínua daqueles anos. Mudaram as formas, o corte das roupas, mas eles, no passado, estavam à altura de sua época. A Depressão econômica tinha passado, como um grande trauma, e não aparecia como o nosso subdesenvolvimento endêmico. Para os americanos, o passado estava de acordo com sua época. Em 42, éramos carentes de alguma coisa que não percebíamos. Olhando nosso passado é que vemos como somos atrasados no presente. Nos filmes brasileiros antigos, parece que todos morreram sem conhecer seus melhores dias. E nós, hoje, nesta infernal transição entre o atraso e uma modernização que não chega nunca? Quando o Brasil vai crescer? Quando cairão afinal os juros da vida? Chego a ter inveja das multidões pobres do Islã: aboliram o tempo e vivem na eternidade de seu atraso. Aqui, sem futuro, vivemos nessa ansiedade individualista medíocre, nesse narcisismo brega que nos assola na moda, no amor, no sexo, nessa fome de aparecer para existir. Nosso atraso cria a utopia de que, um dia, chegaremos a algo definitivo. Mas, ser subdesenvolvido não é não ter futuro; é nunca estar no presente.

                                                                                                                                             Lud Mendes

sábado, 30 de junho de 2018

HONESTIDADE, PRODUTO EM EXTINÇÃO.

Anseio falar de honestidade. Como é complicado ser incorruptível em nosso país. É muito complexo agregar valores em nossos jovens e mostrar a eles que devemos ser honrados e não nos deixarmos nos corromper sem parecermos tolos. Infelizmente é assim que se tem passado a imagem daquele que procura fazer tudo corretamente. É como se andássemos na contramão  de uma via e todos começassem a percorrer também no mesmo sentido e quando surgisse alguém caminhando no sentido correto seria mal visto, como se ele estivesse errado. Não quero ficar fazendo conjecturas como quem está preso a um ideal e longe de  alcança-lo, cansei disso. Mas enfim, está arraigado em mim esta indignação. Cada  um tem seu jeito de pensar e de agir, aprendi a respeitar as diferenças, com muito custo, pois nós seres humanos, muitas vezes queremos as coisas somente do nosso jeito e basta surgir uma ideia ou algo díspar e não acolhemos muito bem. Só que vamos combinar que desonestidade não dá. Essa eu não engulo.

Essa roubalheira toda que acontece em nosso país, como atualmente estamos presenciando onde muitos fazendo fortunas com dinheiro público. Criando leis de benefícios próprios, aumentando salários, criando aposentadorias, bonificações e privilégios que só visam o próprio bem estar. Concursos públicos fraudados para beneficiar parentes. É de uma tristeza profunda esse contexto. Imagine quantas pessoas em seus sonhos honestos estudam dia e noite para ocupar uma vaga de concursado, pagam-se cursos, preparam-se arduamente e depois perdem a vaga para alguém que foi lá e trapaceou com ajuda de alguns que deveríamos confiar, pois confiamos nossa cidade e nosso estado a essa gente que nos pagam com essa ingratidão, essa trapassa. Temos que começar a pensar em incutir valores em nossos jovens para que possa futuramente haver uma diferença. Sinta como deve ser complicado para um adolescente saber qual caminho adotar se ele presencia no seu dia a dia tantos malandros por cima da carne seca, popularmente falando.

Somente conseguirá ter valores corretos aqueles que dentro de seus lares têm pais e familiares que conservam a retidão como principio, felizmente ainda existem muitos cidadãos de bens e esses valores devem ser praticados no cotidiano e nos pequenos episódios. Devolver um troco que nos foi dado a mais, ajudar pessoas necessitadas, praticar atos de cidadania, respeitar os animais, respeitar o trânsito e vagas destinadas a idosos e deficientes, etc. Respeito, onde tudo começa. Temos que nos policiar nos pequenos atos, pois desses que se fazem os grandes. Se você não consegue, vendo que alguém deixou cair um dinheiro, se apossar dele, significa que você também não vai se apossar de bens que não lhe pertençam e quando seus filhos perceberem isso sentirão orgulho de terem pais honestos. Você pode até pensar que não. Mas com certeza em algum momento da vida deles isso fará a diferença. Incutir valores, pensem nisso!                                                                                                            Lud Mendes

sexta-feira, 25 de maio de 2018

TENHA FÉ, TENHA ESPERANÇA.

As vezes por mais que se pense: “tudo de ruim já passou”, volta e meia entorna , e novamente esta por acontecer algo desagradável,pois assim é a vida cheia de altos e baixos. Que por incrível que possa parecer, é tudo exatamente da forma em que tem que ser, pois DEUS faz certo tudo o que pensa e nos dar como provação, ele sabe da nossa força, da nossa garra , da nossa persistências pois ele nos tem confiança, senão, não teria nos dado tamanha chance de mostra que somos merecedores de tal apresso.



E que mesmo sendo difícil nossa conquista nós podemos mostrar que ainda sim, podemos lutar, e tão igualmente que conseguir realizar todos os nossos desejos, e que hoje você possa olhar para dentro de si mesmo, e mergulhar no teu passado e desfazer toda tuas intrigas, percorrer todo o labirinto que é o teu passado, pois você pode, você deve se é que deseja conquistar o impossível. Pois somente quando nos aceitamos, e nos entendemos, e nos entregamos aos sonhos é que podemos ser mais capazes. Por isso o aceite, entenda-o e siga junto de ti mesmo agora reencontrado, pois DEUS, o protegerá, e o guiará onde você desejar ir.



Acredito que não basta somente ter fé, é preciso bem mais do que isso para vencer , é preciso ter a verdade, sabedoria e ter a humildade de reconhecer que és um pecador, e corrigir teus pecados, pois é dessa forma que se conquista o tão sonhado sonho. Eu, antes não sabia como era essas coisas, não tinha noção do quanto era preciso saber para acreditar que tudo é possível, que tudo é feito para o nosso proveito basta só que sabemos como driblar o adversário.a prova viva de que tudo que escrevo é verdadeiro, sou eu mesmo, pois eu me basto como prova do que sou capaz. Pois eu venci. E estou aqui escrevendo mais essas palavras para dizer: tentar é sim sinônimo de conseguir quando se tenta com o coração. Tente.


Lud Mendes